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Disrupção no mercado bancário?

Identificar tendências e traçar cenários em um setor em profundas transformações é um grande desafio.

Pensar o futuro do setor bancário é ainda mais difícil. Tecnologias e modelos de negócios disruptivos desafiam uma história secular da banca tradicional e do cooperativismo de crédito.

A profundidade e, principalmente, a velocidade das transformações indicam que o tempo se tornou a variável fundamental para os agentes financeiros desenvolverem e implementarem suas estratégias para fazer frente as mudanças em curso.

Mas, o futuro não será uma repetição do passado.

Disrupção é impulsionada por concorrentes originários de fora do segmento de mercado. Os exemplos são muitos, a lógica do processo é relativamente simples: enquanto as empresas estabelecidas aperfeiçoam sua oferta e otimizam seus custos, novos modelos de negócios oferecem uma melhor experiencia para o cliente e praticam preços, com os quais os modelos de negócios bancários tradicionais não conseguem competir.

Novos hábitos de consumo, regulação a estimular novos modelos de negócios e tecnologias digitais fornecem os elementos para uma tempestade perfeita no oligopolizado mercado bancário brasileiro.

6 comentários

  1. FRANCISCO DE ASSIS FERNANDES em 2 de outubro de 2019 às 19:28

    Por mais que o Setor Bancário tente aprimorar seus Produros e Serviços, e competir com as inovações de setores de diferentes modalidades recem criadas, os Bancos tradicionais continuarão com as mãos atatadas dependendo de órgãos reguladores como febrabam , Sindicatos e etc….
    A s Tecnologias devem ser compartilhadas com todas as redes Bancárias e com as demais modalidades tambem.
    Assim , poderemos ter um futuro mais proximo.

    • Erique Morais em 4 de novembro de 2019 às 09:50

      Carlos, excelente reflexão. Ela veio em boa hora, pois estamos iniciando, em nossa cooperativa, o processo de definição estratégica para os próximos anos, e esse é o tema central da nossa reflexão. A sobrevivência do cooperativismo de crédito está na mudança de quebras de paradigmas com foco na melhor experiência do associado e não em copiar modelos de negócios já ultapassados.

  2. Idio Altmann em 2 de outubro de 2019 às 20:15

    Carlos Alberto, muito bom este contexto, disrupção que vem acontecendo na contemporaneidade, não só no setor bancário mas em todos os setores que tem grande influência provinda das novas tecnologias que surgem em alta velocidade.

  3. Antônio Goulart em 5 de outubro de 2019 às 17:12

    Parabéns, Carlos! Seu artigo é um convite à reflexão e identificação de oportunidades.

  4. Erique Morais de Barros em 4 de novembro de 2019 às 09:50

    Carlos, excelente reflexão. Ela veio em boa hora, pois estamos iniciando, em nossa cooperativa, o processo de definição estratégica para os próximos anos, e esse é o tema central da nossa reflexão. A sobrevivência do cooperativismo de crédito está na mudança de quebras de paradigmas com foco na melhor experiência do associado e não em copiar modelos de negócios já ultapassados.

    • Carlos Alberto dos Santos em 4 de novembro de 2019 às 12:47

      Erique, a reflexão estratégica que vocês estão realizando é fundamental. Observo uma inquietação – e até mesmo insegurança – quanto ao futuro do cooperativismo financeiro em diversos projetos nos quais a Cosinergia participa. Nesses trabalhos de consultoria sugerimos uma pergunta para ordenar o debate: quando tudo muda, o que não muda?
      Abraço!

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